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Por Evaldo Avelar Marques
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Para se entender corretamente do que se está falando quando se discute
uma solução de Alta Disponibilidade, deve-se conhecer os conceitos
envolvidos. Não são muitos, porém estes termos são
muitas vezes utilizados de forma errônea em literatura não
especializada. Antes de mais nada, deve-se entender o que é falha,
erro e defeito. Estas palavras, que parecem tão próximas, na
verdade designam a ocorrência de algo anormal em três universos
diferentes de um sistema computacional.
Uma falha acontece no universo físico, ou seja, no nível
mais baixo do hardware. Uma flutuação da fonte de alimentação,
por exemplo, é uma falha. Uma interferência eletromagnética
também. Estes são dois eventos indesejados, que acontecem
no universo físico e afetam o funcionamento de um computador ou de
partes dele.
A ocorrência de uma falha pode acarretar um erro, que é a
representação da falha no universo informacional. Um computador
trabalha com bits, cada um podendo conter 0 ou 1. Uma falha pode fazer com
que um (ou mais de um) bit troque de valor inesperadamente, o que certamente
afetará o funcionamento normal do computador. Uma falha, portanto,
pode gerar um erro em alguma informação.
Já esta informação errônea, se não for
percebida e tratada, poderá gerar o que se conhece por defeito. O sistema
simplesmente trava, mostra uma mensagem de erro, ou ainda perde os dados
do usuário sem maiores avisos. Isto é percebido no universo
do usuário.
Recapitulando, uma falha no universo físico pode causar um erro
no universo informacional, que por sua vez pode causar um defeito percebido
no universo do usuário. A Tolerância a Falhas visa exatamente
acabar com as falhas, ou tratá-las enquanto ainda são erros.
Já a Alta Disponibilidade permite que máquinas travem ou errem,
contanto que exista outra máquina para assumir seu lugar.
Para que uma máquina assuma o lugar de outra, é necessário
que descubra de alguma forma que a outra falhou. Isso é feito através
de testes periódicos, cujo período deve ser configurável,
nos quais a máquina secundária testa não apenas se a
outra está ativa, mas também fornecendo respostas adequadas
a requisições de serviço. Um mecanismo de detecção
equivocado pode causar instabilidade no sistema. Por serem periódicos,
nota-se que existe um intervalo de tempo durante o qual o sistema pode estar
indisponível sem que a outra máquina o perceba.
fonte http://www.dimap.ufrn.br/~aguiar/Livros/Conectiva9Server/ha.html
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Por Evaldo Avelar Marques
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Como
medir a informação?
Por Evaldo Avelar Marques
A cada dia
mais e mais informações são geradas, e demanda cada vez mais espaço. A
quantidade de informação no mundo aumenta exponencialmente e todos os dias ouvimos falar de
kb(kilobytes), GB (Gigabytes ),TB (Terabytes), mas você sabe realmente o que
significam essas medidas?
Bit: È a menor dessas medias.
Um bit significa um estado de um
transistor, e indica se tem ou não energia. Você consegue usar o bit para
representar bytes verdadeiro ou falso, 0
ou 1.
Byte (B): Foi defino pela IBM nos primórdios da computação
como sendo 8 bits.
Com
um byte você consegue representar um caractere do padrão ASCII (a,b,c...
A,B,C... 1,2,3...). |
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Por Evaldo Avelar Marques
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Traceroute
Traceoute é um ultilitário presente no linux e no windows com o nome de tracert, que serve para mostrar o caminho trafegado por um pacote IP.
O Tracerout ultiliza o campo TTL(Time To Live: é um campo do pacote IP que é utilizado para limitar o número de roteadores por onde um determinado pacote pode passar)
para transmitir pacotes com TTL a partir de 1 até alcançar o destino. Assim, cada vez que um pacote "morre" no caminho até o destino, o traceroute é avisado e assim consegue traçar a rota.
 Redes |
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Por Evaldo Avelar Marques
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Robots o que são? Com o crescimento da web (em bilhões de páginas), mecanismos de recuperação da informação tornaram se necessários. E dessa necessidade surgiram os robots: robôs que percorrem toda a web para coletar documentos e orgraniza-los para futuras consultas e operações. Existem vários robots hoje na web, como por exemplo o googleBot, da gigante google, e mesmo assim, na prática, é impossível coletar todas as páginas disponíveis na Web.  |
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Montar Uma partição automaticamente no linux |
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Por Evaldo Avelar Marques
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Ás vezes quando trabalhamos com mais de uma partição ou disco rígido, temos a necessidade de que estes sejam montados automaticamente,
o que não é feito pelo sistema por motivos de segurnaça.
Para resolver esse problema, podemos usar o arquivo fstab que se encontra no diretório /etc/fstab.
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